Provavelmente, se não forem influencers/freelancers este post não vos interessa muito, mas, no fundo, também acho que representa muito bem o nosso país e acredito que é algo que acontece em muitas outras áreas também. É um assunto que falo imensas vezes com outras influencers, mas acho mesmo que tem de ser exposto e que o que se tem vindo a passar tem de acabar de uma vez por todas. Toda a gente sabe que o nosso ganha-pão é fazer campanhas no Instagram e é algo que eu gosto mesmo de fazer, mas não posso deixar de notar uma enorme diferença quando trabalho com marcas/agências portuguesas, ou quando são internacionais. Marcas portuguesas: briefings ridículos, captions já escritas sem o nosso "tom de voz", pressão constante para fazer a publicação, pagamentos tardios e datas raramente cumpridas. Marcas internacionais: liberdade criativa para criarmos o nosso conteúdo de acordo com a nossa estética, datas sempre cumpridas e, acima de tudo, respeito pelo nosso trabalho. Isto até pode não ser a regra, e espero mesmo que não seja, mas, infelizmente, a minha experiência é esta. Posso dizer que nunca tive uma experiência positiva com uma marca/agência em Portugal. Há uns tempos, no espaço de uma semana, fiz duas campanhas: uma para uma marca internacional e outra para uma marca portuguesa. A internacional foi a primeira que fiz e já me foi paga, a portuguesa...acho que conseguem adivinhar a resposta. Já não basta muitas vezes quererem o nosso conteúdo em troca de nada, mas como ainda acontecem situações como estas constantemente. Eu sei que pode parecer um problema de primeiro mundo, mas é o nosso trabalho e é um espelho daquilo que acontece em Portugal. Desculpem este post um bocadinho mais sério, mas era mesmo algo que tinha de deitar cá para fora e acredito que se nos unirmos as situações vão ser cada vez mais escassas. Partilhem este post, comentem, se já tiveram experiências positivas partilhem comigo, mas vamos acabar com isto de uma vez por todas.


If you're not an influencer/freelancer this post, probably, doesn't say much to you, but deep down I think it really represents my country and I believe it's something that happens in other areas as well. It's a topic I talk about a lot with other influencers, and I really think everyone should be talking about it because what has been going on has to stop. Everyone knows that Instagram campaigns are our main source of income and it's something I really enjoy doing, but I can't help but notice a huge difference between working with Portuguese brands/agencies and international ones. Portuguese brands: crazy briefings, captions are already written totally missing our tone of voice, constant pressure to post, late payments and dates are barely respected. International brands: creative freedom to create the content along with our aesthetic, schedules are always on point, and there's a lot of respect for our work. This might not be the rule here in Portugal but, unfortunately, it's my experience. I can say that I never had a positive experience while working with a Portuguese brand/agency. A while ago, in the space of a week, I had two campaigns to post: one for an international brand and the other for a Portuguese one. The international one was the first one I posted and I was already paid, the Portuguese one, well... I think you know the answer. It's enough that most of the time they want our content in exchange for nothing, but this is almost even worst. I know that it might sound like a first-world problem, but it's something I really had to talk about and I believe that if we come together this will happen less and less. So share this post, comment, and let me know if you had positive experiences, but let's put a stop to this once and for all.


dress c/o RIHOAS | boots and bag VINTAGE




Como fã que sou da Sofia Coppola, já há uns anos que tinha visto o filme realizado por ela baseado neste livro, As Virgens Suicidas. No entanto, apenas recentemente comecei a ter alguma curiosidade pelo livro e quando o vi com esta capa lindíssima (eu sei que não devemos julgar um livro pela capa, mas todos os fazemos) numa livraria em Londres, tive de o trazer comigo. É uma história muito invulgar, mas por alguma razão é ja um clássico. Conta a história das irmãs Lisbon, cinco raparigas que vivem numa casa com um ambiente bastante claustrofóbico e cheio de regras, e que no espaço de tempo de dois anos, todas as raparigas acabam por morrer, por suicídio. Eu sei que pode parecer bizarro ter gostado de um livro sobre suicídio, mas é bem mais do que isso. O que gostei mais no livro foi a forma como a história é contada. Nós nunca sabemos o que vai na cabeça das irmãs Lisbon, porque a história é contada através de outras personagens, rapazes que eram seus vizinhos e que sempre foram obcecados pela sua forma de vida. Por isso, basicamente, as irmãs são um mistério para o leitor e eu adorei isso. É trágico e triste, mas também é muito bonito ao mesmo tempo. Sem dúvida que quero ler mais obras deste escritor.


As the big fan of Sofia Coppola that I am, a couple of years ago, I watched the movie she directed based on this book, The Virgin Suicides. However, I started getting very curious only recently about this book, and when I saw this gorgeous cover (I know, I know, we shouldn't judge a book by its cover but sometimes we do) in a bookshop in London, I had to bring it with me. It's a very unusual story. It tells the story of the Lisbon sisters, five girls who live in a claustrophobic household, full of restricted rules and within the space of two years, all girls are dead, by suicide. I know it's bizarre to say you enjoyed a book about suicide, but it ends up being about so many other things. What I enjoyed the most about this book was the way it was written. We never know much about the sisters, because the story is told through other characters, some boys who were in the neighbourhood that were obsessed with them and their lives. So, basically, the Lisbon sisters are a true mystery for the reader, and I loved that. It's tragic and sad, but beautiful at the same time. I really want to read more from this author.



"In the end, it wasn't death that surprised her but the stubbornness of life."



Basta fazerem uma pesquisa no Google para perceberem o quão importante é para a nossa pele ter uma skincare routine consistente, mas, hoje, eu quero falar do quão importante é a nossa skincare routine para o nosso bem-estar, pelo menos, para mim, é extremamente importante. Tirar uns momentos apenas para mim, quer seja fazer a minha skincare routine depois do banho ou desligar o telemóvel e ler durante umas horas, é algo extremamente importante e que influencia bastante a minha saúde mental. No outro dia, partilhei no Instagram umas das minhas self-cares routines favoritas e perguntei-vos se também é algo que gostam de fazer e que tem importância para vocês. Aqui estão algumas respostas.


You just need to do a quick research on Google to understand how important it is to have a consistent skincare routine for your skin, however, today I want to talk about how important a skincare routine can be for our well-being, at least, for me, it's very important. Taking a few moments to myself, either doing my skincare routine after a bath or switching off my phone and reading for a few hours, it's very important to me and something that hugely influences my mental health. The other day, I share on my Instagram one of my favourite self-care routines and asked you if it's also something you like to do and that you think it's important. Here are some of your answers.



"Muito! Tirar (nem que seja uns minutos) para cuidarmos de nós!"
A lot! Taking time (even if it's only for a couple of minutes) to take care of us!


"Limpar e arrumar o quarto!"
Clean and tie up my room.


"Adoro tirar um tempo para ver trashy tv."
I love to take some time to watch trashy tv.


"Fazer exercício-físico, muito importante."
Exercise, very important.


"Apesar de viver com o meu namorado, para mim, é muito importante ter tempo sozinha em casa para fazer as minhas coisas".

Even though I live with my boyfriend, it's very important to me to have alone time at home and do my stuff.


"Fazer uma caminhada a ouvir um podcast é uma self-care routine super importante no meu dia e que tento fazer sempre que posso".

Going on a while and listening to a podcast it's a very important self-care routine to me and I try to do it every single day.


"Logo de manhã, ao acordar, meditar no minímo 15 minutos, é algo que não dispenso."

Right, when I wake up, in the morning, meditating for at least 15 minutes it's something I have to do.

 


No outro dia, enquanto estava no Instagram, deparei-me com um termo que achei bastante interessante e que me deixou a pensar: "digital ego". Apareceu-me no contexto em que uma influencer que gosto bastante de seguir se queixava dos números baixos que ultimamente alcançava nos seus posts (Instagram, for real, what's going on?) e de como o seu "digital ego" estava a sofrer com isso. Isto deixou-me a pensar, pois será que é mesmo só o nosso ego digital que sofre, ou é, de facto, o nosso ego? Por um lado consigo perceber este termo, pois, no fundo, acabamos por criar novas identidades virtuais nas redes sociais. Claro que muitos de nós acabamos por mostrar aquilo que realmente somos, mas é sempre apenas uma parte de nós. Quem me segue no Instagram pode parecer que estou sempre na praia, ou em restaurantes, ou em cafés, mas, no fundo, também passo muito tempo a trabalhar, algo que não mostro assim tanto. Esta é a minha identidade virtual, aquilo que eu decido mostrar e passar para esse lado e que também faz parte de mim. Mas quando passamos tanto do nosso tempo nas redes sociais e que se incorpora tanto nas nossas rotinas, não acredito muito neste termo do ego digital. Se alcançar números baixos ou qualquer outro motivo acaba por afetar o nosso estado de espírito, o nosso mood, ou a nossa vontade de continuar a criar conteúdo, então é realmente o nosso ego. Se nos afeta de qualquer forma na dita "vida real", então é o nosso ego que sofre. Apenas o nosso ego. Mas gostava de saber a vossa opinião? Acham que existe o ego digital?


The other day, while I was scrolling through Instagram, I saw an expression that I found very interesting and got me thinking: digital ego. This word appeared because an influencer that I really like following was complaining about the low numbers she's getting in her posts (Instagram, for real, what's going on?) and how her "digital ego" was suffering from that. This got me thinking because is really our digital ego that suffers, or just our ego? On the one hand, I can understand this word because we really create new digital personas on social media. Of course, most of us like to show what we really are, but, most times, we just show a part of us. Who follows me on Instagram might think that I'm always at the beach, or at restaurants, or cafés, but I also spend a lot of time working, and it's something I don't show as much. It's my digital persona, what I decide to show and share, that's also part of me, but not me completely. But when we spend so much time on social media and it becomes part of our routine, I don't really believe in the digital ego. If getting low numbers of anything else affects our state of mind, our mood, or our will to keep creating content, then it's our real ego that suffers. If affects your "real life" in some way, then it's your ego. Just your ego. But I would love to know your opinion. Do you think there's such a thing as a digital ego?



top and jeans c/o SÉZANE | sandals MANGO | bag VINTAGE




Lembram-se da minha viagem a Londres? Obviamente que não podia lá ir e não trazer livros comigo e este, por acaso, até tem uma história engraçada. Estava eu na livraria quando o vendedor me vem mostrar este livro e dizer que foi o melhor livro que já leu, claro que isto foi o suficiente para me convencer a trazer o livro comigo. Falo do 'Sorrow and Bliss' da Meg Mason. Conta a história de Martha, uma mulher que sabe que há algo de errado consigo, mas não sabe o quê. É bastante difícil falar deste livro sem contar a história toda, mas vou dar o meu melhor. Na sua base, é um livro sobre saúde mental. A Martha sofre de uma doença mental (que acaba por ser diagnosticada, mas como leitores nunca chegamos a saber do que sofre) e como esta doença afeta todas as pessoas à sua volta. Mas é também uma história de amor. É triste, mas divertido nos momentos certos. É de partir o coração, mas também nos aquece o coração. Já há algum tempo que não me sentia tão investida em personagens, mas sabe bem entrar desta forma na história. Afinal de contas, o rapaz na livraria estava completamente certo, adorei este livro.


Do you remember my trip to London? I obviously couldn't go there and not bring some books with me; this one has a quite funny story. I was at the book shop looking at all the books when the salesmen showed me this book and told me it was the best book he has ever read, of course, this was enough for me to bring the book with me. I´m talking about 'Sorrow and Bliss' by Meg Mason. It tells the story of Martha, a woman who knows there's something wrong with her but she doesn't know exactly what it is. It's pretty hard to talk about this book without giving all the story away, but I'm going to do my best. At its core, this book is about mental illness. Martha suffers from a mental illness (that she ends up being diagnosed with, but we, as readers, never find out what it is) and the effect it can have on other people's life. But it's also a love story.  And it's sad, but funny when it has to be. It's heartbreaking, but also heartwarming. It has been a while since I was so invested in fictional characters, but it feels really good. Turns out the guy at the book store was totally right, I loved this book.


"Everything is broken and messed up and completely fine. That is what life is. It's only the ratios that change. Usually on their own. As soon as you think that's it, it's going to be like this forever, they change again."



Se em 1988 a Patti Smith cantava "the people have the power", então hoje em dia, em pleno 2022, acho que nunca fez tanto sentido. Temos tanto poder nas nossas mãos e, muitas vezes, nem nos apercebemos disso. Se antes as modas eram ditadas através das revistas de moda, hoje em dia somos nós que as fazemos através do Instagram. Se antes um artista chegava aos tops através da MTV, hoje em dia somos nós que o fazemos através do TikTok. Se antes tínhamos de esperar pelos jornais para saber as últimas notícias, hoje em dia espalham-se em segundos através do Twitter. É uma loucura pensar nisto, mas temos estas audiências espalhadas por tudo o mundo e isto é super poderoso. Estamos todos conectados. Cheguei a esta conclusão, quando um dia destes publiquei nas minhas Stories que andava à procura de um bilhete para o Primavera Sound e, em apenas alguns minutos, recebi várias mensagens a dizer que estavam a vender bilhete ou conheciam alguém que o estava. Se funcionou com uma coisa tão pequena como um bilhete para um festival (que estava esgotado btw), pode funcionar com coisas bem maiores que isto. Estamos todos interligados e temos de tirar vantagem disso. Eu gosto imenso de partilhar os meus pensamentos sobre temas como slow-fashion ou até mesmo feminismo, mas isto só me fez perceber que quero conectar-me ainda mais com vocês. Por isso, já sabem o que fazer: vão até às minhas Instagram Stories porque muito provavelmente vou abrir uma box para discutir este tema com vocês.


If in 1988 Patti Smith sang "the people have the power" and she was totally right about it, I think now, in 2022, never made more sense. We have so much power in our hands, and sometimes we don't even realize it. If before fashion trends were set through fashion magazines, nowadays we are the ones doing it through Instagram. If before artists reached the top charts through MTV, nowadays we are the ones doing it through TikTok. If before we had to wait for a newspaper to get the latest news, nowadays they are spread in seconds through Twitter. It's insane to think about it, but we have these audiences that are spread all over the world and that's fucking powerful. We are all connected. I came to this conclusion when, a few days ago, I posted on my Instagram Stories that I always looking for a ticket for Primavera Sound and in a matter of minutes I had so many people sending me a message telling me that they were selling a ticket or knew someone that was. If it worked with such a small thing as a festival ticket (that was sold out btw), it can work for bigger things as well. We are all interlocked, and we have to take advantage of that. I really try to share my thoughts on some topics like slow-fashion or even feminism, but that just made me realize that I want to connect even more with you. So you know what to do, go to my Instagram Stories because I'm probably opening a box to discuss this subject with you. 


tank top c/o DJERF AVENUE | shorts c/o LOVECHILD 1979 | sneakers REEBOK | bag VINTAGE

 



Já tinha partilhado estas fotografias pelo Instagram, mas gostei tanto do resultado final que achei que também as tinha de partilhar por aqui. Não me vou alongar muito sobre o tema, porque acho que as fotografias passam a mensagem exatamente como eu tinha idealizado, mas aproveito para dizer que vou criar uma caixa para discussão no meu Instagram (algo que tenho adorado fazer) sobre este tema. E, claro, que também podem deixar a vossa opinião aqui nos comentários. Digam-me o que acham das fotografias e sobre este tema.


I have already shared these photos on my Instagram, but I liked them so much that I really had to share them here as well. I'm not going to talk that much about this subject because the photos already share the message exactly how I wanted, but I take the chance to tell you that I'm opening a box on my Instagram (something I've been loving to do) so we can talk about this subject. And, of course, you can also leave your opinion in the comments below. Let me know what you think about the photos and the subject.




Acabei de abrir o Instagram e a primeira Storie que me apareceu foi de uma influencer a fazer um tratamento numa clínica para definir os abdominais. Já queria escrever este post há algum tempo, mas este conteúdo foi a "gota de água" para deitar tudo cá para fora. Felizmente, já tenho uma idade que me faz perceber que não quero ser esse tipo de pessoa e muito menos é o conteúdo que quero partilhar, mas não posso deixar de pensar: será que estou a fazer um mau trabalho como influencer quando não partilho esse tipo de conteúdo? Será que tenho de todas as semanas ir ao cabeleireiro, depilação, manicure, pedicure, clínicas de estética, etc, para ser considerada uma boa influencer? É incrível como a pressão para sermos e estarmos perfeitas é constante. E já nem falo apenas de influencers, acho que é algo que qualquer mulher sente, mas como influencer também vos quero mostrar que não tem de ser assim. Que não temos de estar sempre perfeitas. Que podemos ter falhas. Que podemos usar sandálias, mesmo se não tivermos as unhas dos pés pintadas. Que podemos usar calções, mesmo que tenhamos um pouco (ou muito) de pelo nas pernas. No fundo, o importante é sentirmo-nos bem connosco próprios e esquecer tudo isto que nos tentam "vender" nas redes sociais. Nunca serei a rapariga que vai todas as semanas fazer as unhas, mas também estou super tranquila com isso.


I just opened Instagram and the first Story I watched was about an influencer doing a procedure at a clinic to define her abs. I was already thinking about writing this post, but after seeing that content I really had to spill it all out. Luckily, I'm already at an age that makes me realize I don't want to be that kind of person or be the one who shares that kind of content, but I can't help but wonder: am I doing a bad job as an influencer when I don't share that kind of content. Do I really have to go every single week to the hairdresser, hair removal, beauty salons, clinics, etc, in order to be a good influencer? It's shocking how this pressure to be perfect is always surrounding us. And I'm not talking only about influencers, I think any woman feels this from time to time. But as an influencer, I want to share with my audience that it doesn't have to be that way. We don't need to always be perfect. We can have flaws. We can wear sandals, even if we missed a Pedi. We can wear shorts, even if we have a bit (or a bunch) of hair on our legs. Mainly, we have to feel comfortable with ourselves whatever that means and forget about all these things people try to "sell" us on social media. I will never be the kind of girl that every week gets a new mani, but I'm also totally okay with that.


shirt & shorts c/o LOVECHILD 1979 | sandals PULL&BEAR




Se são pessoas que passam algum tempo nas redes sociais, então tenho a certeza que já ouviram falar deste livro. Já tinha lido reviews tão boas do 'Os Sete Maridos de Evelyn Hugo' que tive de o comprar para perceber o hype. Realmente é um livro do qual gostei bastante. A história é simples e de fácil leitura. Não é nada de muito profundo, mas é um livro que nos agarra desde a primeira página. Basicamente conta a história de Evelyn Hugo, uma famosa atriz de Hollywood e, como podem adivinhar pelo título do livro, a história dos seus sete maridos. Gostei bastante da forma como o livro está escrito. Já tinha lido o 'Daisy Jones & The Six' da mesma autora e, realmente, ela tem sempre uma forma diferente de contar a história, no caso deste livro, a história é contada através de uma entrevista que a Evelyn Hugo dá a uma jornalista, a Monique. Muitas coisas são reveladas ao longo da leitura deste livro e foi mesmo o que gostei mais, a forma como nos surpreende em cada reviravolta da história. E o fim? Nem vou dizer mais nada, mesmo muito bom. Gostei imenso e agora que o calor se está a aproximar, acho que é o livro perfeito para uma leitura na praia.


If by any chance you're the kind of person who spends some time on social media, then I'm sure you already heard about this book. I've read so many good things about 'The Seven Husbands of Evelyn Hugo' that I really had to buy it and know what was all the hype about. I really enjoyed it. It's an easy read, not super deep, but at the same time have you hooked since page number one. It basically tells the story of Evelyn Hugo, a Hollywood movie star, and, guess what, her seven husbands. I really liked the way the book is written. I already read 'Daisy Jones & The Six' by the same author and she always tells the story in a different way, in this particular book is through an interview Evelyn Hugo is giving to a journalist, Monique. A lot is revealed while you're reading this book and I think that's what I enjoyed the most about it, how you are surprised at each twist and turn. And the end? Don't even get me started. Really liked it, and since the good weather is approaching, I think this book is the perfect beach read.




"Never let anyone make you feel ordinary."

 


Aqui está mais um conjunto de fotografias um pouco diferentes do habitual, mas, desta vez, em analógico. Tiradas pela Raquel, que conheci neste dia, mas que já há muito admirava o seu trabalho. Confesso que antes, para mim, era um pouco difícil fotografar com outras pessoas. Como control freak que sou, gosto de saber com o que contar e obter sempre o resultado que idealizei. Mas, ultimamente, tenho adorado trabalhar com outros fotógrafos. É uma arte e é sempre interessante ver o que cada um traz às fotografias. Pois não é um trabalho só meu, é uma colaboração entre duas pessoas criativas. Escusado será dizer que adorei o resultado das fotografias. Desde o outfit que estou a usar (obrigada Carolina Sobral pelo vestido mais bonito de sempre), ao sítio onde fotografamos, tudo ficou perfeito. O que vocês acham? Gostam?


Here are some photos a bit different from usual, but this time in analogue. They were shot by Raquel, who I've met this day, but I've been an admirer of her work for a very long time. I confess that shooting with other people was a bit hard for me in the past. As the control freak that I am, I like to know what I'm counting with and to always get the result I'm looking for. But lately, I've been loving to shoot with other people behind the camera. It's an art, and it's very interesting to see what each photographer brings to the table. Because it's not only my work, it's a collaboration between two creative people, and amazing things can happen if you just let go. Of course, I'm in love with these photos. From the outfit I'm wearing (thank you Carolina Sobral for the prettiest dress ever) to the place where we shot, everything turned out perfect. But what do think? Do you like these photos?


 


Eu sou a primeira a admitir que o Mercúrio Retrógrado pode ser um tempo difícil e até cheguei a escrever uma espécie de guia para estas alturas antes de se tornar um assunto tão banal e trendy. Mas estamos a chegar a um ponto em que culpamos o Mercúrio Retrógrado por tudo o que nos acontece. Tiveste uma multa? Foi Mercúrio Retrógrado. Troçaste e caíste na rua? Sem dúvida, Mercúrio Retrógrado. Esqueceste-te de pagar uma conta? Mercúrio Retrógrado mais uma vez. Quase que me apetece dizer uma frase que li uma vez algures: "A tua vida já era uma merda, não culpes o Mercúrio Retrógrado". Ganhou uma má reputação e toda a gente só fala de quão mal se sente, e de que como só coisas más lhe acontece. O que temos de perceber é que pode também ser uma altura muita boa para nós. Say what? Yeap, ninguém fala sobre isto, mas estou aqui para repor toda a verdade. Talvez não seja a melhor altura para começar algo novo, mas é a altura perfeita para dar um passo atrás (tal como Mercúrio) e refletir. Há alguma coisa que deixaste inacabada no passado? Um livro, ou um filme? Há alguém que já não vês há muito tempo? Agora é altura para revisitar tudo isso. É a melhor altura para desacelerar, refletir sobre tudo o que fizeste no passado e criar o teu plano. É por isso que é tão mal visto, hoje em dia, desacelerar é uma palavra que não está no nosso dicionário, mas temos de apreder a fazê-lo. Se não acreditas nisto, então aguenta mais um pouco, só falta mais uma semana de Mercúrio Retrógrado.

I'm the first one to admit that mercury retrograde can be a hard time, I even wrote a mercury retrograde 101 even before it became so "trendy" and such a mainstream topic. But we're getting to a time where everyone blames mercury retrograde for everything. Have you got a parking ticket? It was mercury retrograde. You fell on the street? It was mercury retrograde! You forgot to pay a bill? It was mercury retrograde. It's like a quote I saw a while ago: "Your life was already shit, don't blame it on mercury retrograde". It has gained a bad rep and everyone just talks about how bad it is, how bad they feel and how bad things keep happening. What we all have to understand is that it can actually be good and beneficial to us! Say what? Yeah, most people don't talk about this but I'm here to tell you the truth. So maybe it's not the best time to start something new, but it's a great time to step back (just like mercury) and reflect. Is there something you left unfinished in the past? Maybe a book, or a movie? Is there someone you haven't seen in a long time? Now it's the time to revisit all of that. It's the time to slow down, look back at everything you've done and come up with your master plan. That's why is considered so bad, nowadays no one wants to slow down, but we have to learn how to do it. If all of this is bullshit to you, hang in there, we only have one more week of Mercury retrograde.


 


Aqui estão as fotografias de Londres. Já tinha saudades desta cidade. Foi a minha nona vez a visitar Londres, mas é uma cidade que não me para de surpreender. Cada bairro e cada recanto tem o seu próprio encanto e é uma cidade tão divertida de fotografar. Foi também a primeira vez que usei um filme Ektar 100 e gostei imenso do resultado. Espero que gostem das fotos! Deixem-me a vossa opinião nos comentários.


Here are the analogue photos from London. Gosh, how I missed this city. It was my ninth time visiting and it's a city that never stops surprising me. Each neighbourhood has its own beauty and it's such a fun city to shoot. It was also the first time I used an Ektar 100 film and I loved the result. I hope you like the photos! Leave your opinion in the comments below.


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