Em 2017, escrevi um post com 3 dicas para fazerem compras na Black Friday. Em 2018 publiquei os "melhores" códigos de desconto para aproveitarem ao máximo. E em 2019 publiquei uma pequena reflexão sobre este dia (que no fundo são semanas e semanas) e de como devemos pensar antes de fazer certas compras. Hoje, como é de esperar, sou muito mais parecida ao meu eu de 2019, mas mesmo assim tenho mais algumas coisas a acrescentar ao tema. Eu tento mesmo não seguir esse tipo de conteúdo, mas tenho a certeza que, tal como eu, já vos apareceram no vosso feed várias influencers a partilhar os melhores deals, os sítios onde devem comprar e todas as promoções que têm mesmo de aproveitar. A verdade é que podia fazer bastante dinheiro se também eu fizesse isso. Mas estaria a ir contra tudo aquilo que eu acredito e que vos tento transmitir com o meu conteúdo. Acho que já tomos sabemos que a indústria da moda é das que mais polui, que estamos a consumir demasiado e a comprar peças que vão acabar por ser usadas apenas uma vez, mas mesmo assim fazemos a escolha de continuar a fazer parte do problema. Por isso não, não irei partilhar qualquer promoção ou código de desconto para usarem nesta Black Friday. Tal como, não irei fazer nenhuma compra. Da mesma forma que não vou partilhar outfits festivos com as novas coleções que já apareceram nas lojas fast-fashion. Quero fazer algo com essa temática, até porque adoro, mas claro que irá ser de outro ângulo. Mas e vocês? Vão comprar alguma coisa nesta Black Friday? O quê? Precisam mesmo disso? Vamos falar sobre este assunto.


In 2017, I wrote a post with 3 tips for shopping on Black Friday. In 2018, I published the best Black Friday discount codes so you could enjoy them. In 2019, I wrote a little reflection on this day (that now is actually weeks) and how we should really think before buying something. Today, as you can expect, I'm much more like my 2019 self but I still have a few things that I want to add to this subject. I try not to follow that kind of content but I'm sure that, just like me, you already saw on your feed influencers sharing the best deals, the places where to buy and the discounts you should really go for. The truth is that I could do this myself and actually gain a lot of money. But that would be against everything I believe in and against the things I try to share with you through my content. We all already know that the fashion industry is really harmful, that we are all over-consuming, and buying things that we don't really need, but we still manage to be part of the problem. So no, I won't be sharing any discount or sale this Black Friday. Just like I'm not buying anything. And I won't be sharing festive outfits from the new collections that are already at all the fast-fashion stores. I want to do something on that subject because I love it, but I will do it on another way. But what about you? Are you buying something this Black Friday? What? Do you really need it? Let's talk about it.


 



Prometido é devido, por isso aqui está o meu Edimburgo Travel Guide com tudo aquilo que eu acho que devem visitar e fazer na cidade, os meus sítios favoritos para comer e, claro, onde ficar. Foi uma cidade pela qual fiquei apaixonada, gostei mesmo muito. No Instagram já podem encontrar o destaque com todos os sítios por onde passei, mas aqui está o meu Travel Guide. Espero que vos seja útil.


As promised, here is my Edinburgh Travel Guide with everything I think you should really visit and do in the city, my favourite places to eat and, of course, where to stay. I really loved the city, I fell in love with it. On Instagram you can already find the highlight of all the places I've been to, but here's my Travel Guide. I hope you find it useful.


What to Do

 


Eu sei que esta semana esteve mais parada aqui pelo blog, mas foi por uma boa causa. Se me seguem no Instagram, viram que estive pela Escócia. Foram dias fantásticos e adorei o país. Fiquem atentos que na próxima semana partilho o meu travel guide, mas entretanto ficam com as fotografias analógicas que fui tirando. Tinha mesmo muitas saudades de fotografar em analógico e adorei o resultado. Espero que gostem.


I know this week was a bit slow here on the blog, but it was for a good cause. If you follow me on Instagram, you saw that I was in Scotland. I had a fantastic time and loved the country. Stay tuned because next week I'll be sharing my travel guide, but meanwhile here are the analogue photos I took. I really missed shooting analogue, and I loved the result. I hope you like the photos.




Se estão a ler este post, então, provavelmente pertencem à minha equipa: pessoas que nos dias de hoje ainda leem blogs. Claro que consumo conteúdo nas redes sociais e adoro, mas nada se equipara a um post que foi trabalhado e pensando ao pormenor. Para mim, é um tipo de conteúdo onde se sente mesmo a paixão que a pessoa sente por isto. Mas, infelizmente, todos os meus blogs favoritos desapareceram. Especialmente os blogs de moda. Ou as bloggers deixaram de os actualizar ou então foram mesmo desativados. Ainda me lembro dos dias em que tirava sempre uns minutos do meu dia para visitar os meus blogs favoritos. Preparem-se para uma trip down memory lane em três, dois, um... Começava sempre pelos blogs suecos que eram os meus favoritos(Angelica Blick, Lisa Place a.k.a Lisa Olsson, Kenza Zouiten...), passava pelos espanhóis (Dulceida, Amlul, Collage Vintage) e acabava nos portugueses (Mexiquer, Last Time Around, Malmequer, Keep Calm and Shop Vintage, Fashion Avenue). Mencionei só alguns, porque imensos já nem me lembro do nome. Mais tarde, comecei a seguir blogs britânicos onde encontrei imensa inspiração e que acabaram por ser um ponto de viragem no meu tipo de conteúdo também: Shot From The Street, Ropes of Holland, Mira-me (eu sei que ela é portuguesa, mas decidi incluir neste grupo pois comecei a ler mais tarde). Todos eles acabaram por desaparecer. Eu percebo que as pessoas tenham visto algo mais nas redes sociais, algo mais rápido, mas tenho mesmo saudades desses tempos. Talvez não desse tipo de conteúdo do género "estou a vestir isto e isto e gosto muito por causa disto e disto", mas, como tudo neste mundo, também é possível evoluir num blog e criar conteúdo inspirador e com o qual nos identificamos. Tudo isto para vos perguntar: quais são os blogs que seguem? Ainda há bons blogs que valha a pena seguir? Preciso de uma nova lista, porque estou cada vez mais cansada das redes sociais. Help a girl out.


If you're reading this blog post then you probably belong to my team: people who still read blogs nowadays. Of course, I consume content on social media and love it, but nothing compares to a well-thought post. That, to me, is the kind of content where you can feel the person is passionate about it. But, unfortunately, all of my favourite blogs are gone. Especially, fashion blogs. Either bloggers stopped uploading or they're just gone. I still remember the days when I took a few minutes of my day to visit my favourite blogs. Get ready for a trip down memory lane in three, two, one... I started with the Swedish blogs that were my favourites (Angelica Blick, Lisa Place a.k.a Lisa Olsson, Kenza Zouiten), I passed by the Spanish ones (Dulceida, Amlul, Collage Vintage) and ended on the Portuguese (Mexiquer, Last Time Around, Malmequer, Keep Calm and Shop Vintage, Fashion Avenue). I mentioned just a few because, honestly, most of them I don't even remember their name. Later on, I also started following British blogs that were a huge inspiration to me and they were actually quite a turning point in my kind of content as well: Shot From the Street, Ropes of Holland, Mira-me (I know she's Portuguese but I decided to include her in this group because I started reading her blog later on). But all of these are gone. I understand people saw something else on social media, something faster, but I really missed those days. Maybe not the kind of content of "this is what I'm wearing and I loved it because of this and that" but, just like everything in this world, I think you can also evolve a blog and create meaningful and inspiring content. All of this is to ask you: what blogs are you following right now? Are there good blogs still being run? I need a new list because I'm just getting tired of social media. Help a girl out.


cardigan, skirt, boots and bag SECOND HAND | top BRANDY MELVILLE




No mês passado, a Fnac enviou-me uma box do seu clube de leitura e o tema desse mês era viagens. As próximas reviews vão ser desses livros, até porque é um estilo de livro que nunca tinha lido, e o primeiro é O Grande Bazar Ferroviário do Paul Theroux. Para mim, é um livro que tem tudo para ser interessante, mas que ao longo da sua leitura vai-se tornado aborrecido. Basicamente, é um relato da viagem que o escritor faz de comboio entre a Europa e a Ásia. Relata, pormenorizadamente, todas as paisagens, locais, edifícios, passageiros com os quais se cruza, o que acaba por ser a minha parte favorita do livro, pois faz-nos sentir como estivéssemos lá também. No entanto, tudo isto é vivido através do olhar de um homem branco americano, se entendem o que eu quero dizer. Tudo o que ele vê encontra alguma falha. Todas as pessoas que encontra são, de alguma forma, inferior a ele. Os seus momentos mais felizes são quando consegue o melhor compartimento para si no comboio. O comportamento ridículo do escritor estraga o que poderia ser um livro fantástico. Quase que parece que ele estava mais focado em escrever o livro do que viver a própria viagem. Aprendes mais sobre quem é o Paul Theroux (o tipo de pessoa que é, a sua personalidade) do que propriamente os países e culturas que ele visita. Não consigo perceber como este livro pode ser considerado um clássico. Talvez um clássico do homem branco, e isto não poderia estar mais errado.


Last month, Fnac sent me one of its book club's boxes and the topic that month was travelling. So the following reviews will be about those books, since I have never read anything of this kind, and the first one is The Great Railway Bazaar by Paul Theroux. To me, it was the kind of book that has everything to be super interesting, but that starts to get boring while you read it. Basically, it's a recount of the writer's trip between Europe and Asia by train. He retells every landscape, location, building, and the passengers he meets along the way, which became my favourite part because it almost makes you feel like you are inside that train as well. However, all of this is seen through the eyes of a white American man, if you know what I mean. Everything he sees is lacking something. Everyone he meets is somehow inferior to him. His joyful moments are when he gets the best train compartment to himself. The writer's behaviour spoilt what could have been an amazing book. It feels like he was more focused on writing this book than actually living the trip. You learn much more about who the writer is (the kind of person, his personality) than about the countries and cultures he visits. I really don't know how can this book be considered a classic. Maybe a White Man's classic, and there are so many things wrong with that.




"Even the smoke of our motherland is sweet and pleasent to us."




Se me seguem no Instagram, provavelmente viram que estive por Budapeste estes últimos dias. Gostei imenso da cidade e claro que vos tinha de trazer o meu travel guide. Estive três dias completos na cidade e acho que é o tempo perfeito para conhecer a cidade, mas fiquem então com todas as minhas recomendações. Se tiverem mais algum dúvida ou algo que gostassem de saber, deixem nos comentários que eu respondo sempre a tudo.


If you follow me on Instagram, you probably saw that I was in Budapest these last few days. I really enjoyed the city and I had to bring you my travel guide. I was there for three full days, and I think it's the perfect time to get to know the city, but here are all my recommendations. If you have any questions or anything you would like to know, just leave it in the comments that I always reply to everything.


What To Do

 


Sabem aquele feeling, quando são crianças, de não querer estar sozinhos na escola? Não querem ser os primeiros a chegar, porque depois têm de estar sozinhos à espera que toda a gente chegue ou aquele feeling quando sabem que não vão ter o vosso grupo de amigos por perto e não sabem muito bem o que fazer com vocês. Acabei de me aperceber que é um sentimento que levamos connosco o resto da vida. Até se pode ir desvanecendo, mas a luzinha está sempre lá a piscar. Passo a explicar. Eu adoro passar tempo sozinha, adoro a minha própria companhia e passar tempo comigo mesma, mas quando a atividade envolve um grande grupo de pessoas ou algo mais social, detesto ir sozinha. Eventos é um exemplo perfeito disso. Eu vou, facilmente, a uma loja sozinha, mas ir a essa mesma loja num contexto de evento sozinha, já é impensável para mim. E acho, aliás, tenho a certeza, que muitos de nós somos assim. Quantas vezes já combinaram com um grupo de amigos encontrarem-se num sítio qualquer antes de um jantar ou de uma festa, só para não chegarem sozinhos? Qual é o problema de aparecer sozinho? Nenhum! Mas acho que no nosso inconsciente somos sempre levados para esses dias na escola. A nossa criança interior está sempre connosco e isto é a prova disso mesmo.


Do you know that feeling, when you were a kid when you didn't want to show up alone at school? You don't want to be the first one to arrive because then you have to be alone waiting for everyone else, or that feeling when you know your group of friends is not going to show up and you don't really know what to do with yourself. I just realize that that feeling keeps chasing up all our life. It can even fade away, but it's always there saying hello to us. Let me explain. I love to spend time on my own, in my own company, and spending time with myself, but when the activity involves a large group of people or something more social, I hate to go alone. Events are the perfect example of that. I can go, easily, to a store by myself, but to go to that same store alone for an event, I can't even think about it. And I think, actually, I'm sure, that a lot of us are like this. How many times have you had dinner or a big party and decided to meet before with your friends somewhere else so you just don't show up alone? What's the big problem with showing up alone? None! But deep down we are always taken to those school days. Our inner child is always with us, and here's proof of that.


 


Queria ter feito este post ontem, com fotografias da semana passada, mas mais vale tarde que nunca, certo? Tenho aproveitado o Outono ao máximo. É a minha estação do ano favorita e tenho tentado fazer tudo aquilo que eu gosto. Desde ficar a ver a chuva num café, a comer castanhas na rua. Espero que gostem das fotos.


I wanted to post this yesterday with photos from last week, but better late than never, right? I've been really enjoying Autumn. It's my favourite season ever, and I've been trying to do everything I love. From watching the rain at a café to eating chestnuts in the streets. I hope you like the photos.


Um dos meus cafés favoritos no Porto, Hakko Bakehouse / One of my favourite cafés in Port, Hakko Bakehouse

 


Longe estão os dias em que eu gostava de ver o telejornal ou ler notícias. Eu juro que antes via o telejornal todos os dias, aliás, até o costumava fazer logo de manhã, enquanto bebia o meu café. Fazia mesmo questão em manter-me informada, mas, agora, sempre que por acaso passo por um canal de notícias, tenho imediatamente de mudar de canal. Pelo bem da minha saúde mental. Sinto que é tudo tão pesado e, se calhar, sou ignorante em fazer isto, mas entre ver uma hora de notícias sobre o que se passa no mundo ou uns minutos de conteúdo escolhido para mim no TikTok, eu escolho o último. No fundo, algumas das coisas que passam no telejornal, nós estamos a vivê-las na pele, por isso, depois de um dia de trabalho, se calhar alguns vídeos no TikTok ou vlogs no Youtube é exatamente o que eu preciso. De me desligar da realidade e passar para um mundo de outfits bonitos e cães fofinhos (o meu algoritmo in a nutshell). Mas não posso deixar de notar esta diferença em mim. Serei eu que estou diferente ou o mundo é que mudou radicalmente? Serei eu que presto mais atenção à minha saúde mental e aquilo que me faz bem, ou o mundo é que se tornou super pesado? Acho que é um pouco dos dois e eu não estou a dizer que aquilo que faço é o correto, mas, por enquanto, é o correto para mim. Estou apenas a desabafar com vocês. Mas digam-me, também se sentem assim? Adorava saber que não estou sozinha nisto.


Far away are the days when I used to watch the news on Tv or actually read the newspaper. I swear I used to watch the news every day, I even used to do it in the morning while I drank my coffee. I always made sure I was informed, but noways, when I go through a news channel I immediately have to switch it. For the best of my mental health. I feel like everything is so heavy and maybe I'm very dumb for doing this but between watching an hour of news about what's going on in the world or a few minutes of content chosen for me on TikTok, I choose the latter. Deep down, some of the things that are going on on the news, we are feeling it ourselves so after a day of work, maybe watching a few TikToks or vlogs on Youtube, it's exactly what I need. To shut off from the real world and go to a world of pretty outfits and cute dogs (my algorithm in a nutshell ladies and gentlemen). But I can't help but notice this difference in me. Am I such a different person or did the world just change completely? Do I pay more attention to my mental health and what makes me good, or did the world just become super heavy? I feel like it's a little bit of both and I'm not saying that what I do is the right thing, but it's the right thing for me right now. I'm just talking and letting it all out. But let me know, do you feel the same way? I would love to know that I'm not alone on this.


blazer DJERF AVENUE | dress, boots and bag SECOND HAND


 



Chegou ao fim mais uma edição do Portugal Fashion. Já há imenso tempo que não ia, aliás fui ver o arquivo do blog e a última vez que tinha ido foi em 2018, porque, como também já partilhei com vocês, eventos de moda não é algo que eu adore. Mas, desta vez, tive uma experiência diferente pois fui em trabalho e adorei. Claro que aproveitei também para ver os desfiles dos designers que admiro, mas gostei imenso da experiência de estar no backstage. Estas fotografias são da backstage e do desfile da Carolina Sobral, todas elas tiradas pela fantástica Ana Alves. Espero que gostem.


Portugal Fashion week has come to an end. It has been a while since the last time I attended, I was checking the blog's archive and the last time I went was in 2018, because, as I already shared with you, fashion events are not really my thing. But, this time, I had a different experience because I was there working and I loved it. Of course, I also managed to go to some shows of my favourite designers, but I really loved being backstage. These photos are from Carolina Sobral's backstage, all taken by the amazing Ana Alves. I hope you like them.




Estarmos sempre ocupados, sempre com imenso trabalho e com mil e uma coisas para fazer é algo que não devemos romantizar, acho que já todos chegamos a essa conclusão. Mas acho que a minha geração (e as gerações mais novas também) é um pouco assim e eu sou fruto disso mesmo. Deixamos de conseguir não fazer nada e aborrecimento é palavra que não está no nosso dicionário (ou no nosso auto-correct, porque quem é que ainda usa dicionários?). Como já vos disse neste post, eu adoro estar em casa sozinha a fazer as minhas coisas e se não tenho, pelo menos, um desses dias para mim começo a bater mal. Mas, se por outro lado, começar a ter demasiados dias assim, também não gosto. Vivo sempre neste limbo entre adorar estar super ocupada e precisar de desligar. Sabem a música do António Variações onde ele diz "porque eu só estou bem/aonde não estou"? Sinto que sou muito eu. Quero ter imensas coisas para fazer e projetos para pôr em prática. Adoro quando me sinto super produtiva e sinto que estou a trabalhar nos meus objetivos e em algo que é importante para mim. Mas, quando começo a ver o meu monthly planner muito cheio, sem dias para relaxar e simplesmente ser a piece of shit, começo a panicar. Acho que simplesmente tenho de aceitar que irei sempre ter uma relação de amor/ódio com o estar ocupada. Não o devemos romantizar, mas se gostares é okay. Se não gostares, é okay também. Se fores como eu, e estiveres ali no meu, então é só bué estranho. Just kidding, obviamente, é okay também.


I think we all already realized that being busy, always working and with million things to do is not something we should romanticize, right? But I think my generation (and the youngest generations as well), just can't help it. It's a sign of the times and I am living proof of that. We just can't stand still and do nothing, boredom is a word that is not in our dictionary (or let's say, auto-correct because who uses dictionaries anyway?). As I've told you in this post before, I love being alone at home doing my things and if I don't have at least one of those days in my week, I start being really annoyed. But if I start having too many of those days, I start being really itchy as well. I live on this fine line between loving being busy and needing to shut off. There's a song by a Portuguese artist where he says "because I'm at rest where I'm not" and I feel like that is me in a nutshell. I want to have lots of things to do and projects to be part of. I love to feel productive, it's a great feeling to be working on my goals and constantly working on something important to me. But if I start seeing my monthly planner way too full with no relaxing days in between where I can just be a piece of shit, I start to freak out. I guess I just have a love/hate relationship with business and I think it's totally okay. We shouldn't romanticize it, but if we enjoy it I think it's okay. If you don't, it's also okay. And if you're like me and you're just there in the middle, then you're just weird. Just kidding, obviously, it's also okay.


jumpsuit c/o SÉZANE | bag CAROLINA SOBRAL | shoes ZARA via LIBRA A PORTRE



Se já era fã da Taylor Jenkins Reid, depois deste livro ainda fiquei mais. O livro em questão é o 'Carrie Soto Está de Volta' e, sim, é tão bom como toda a gente diz. O livro foca-se na Carrie Soto, uma das melhores tenistas do mundo, que tem tudo para a detestarmos, mas, como a escritora já nos tem vindo a habituar tão bem, é uma personagem que encontra uma forma muito inteligente de nos conquistar. Deixem-me explicar. A Carrie Soto é uma mulher forte e poderosa e, a sua determinação para vencer a todo o custo, não a torna muito popular aos olhos do público. Isto é algo que acontece constantemente no mundo real, não só nos livros, infelizmente. Um homem forte e poderoso? Tudo certo. Uma mulher confiante e feroz? É uma cabra. Literalmente, isto acontece no livro. Mas de volta à história. Nos seus 37 anos, depois de seis anos longe do ténis e quando os seus recordes estão prestes a ser-lhe retirados, a Carrie Soto decidi ser treinada pelo seu pai e voltar para mais um ano na tentativa de recuperar o seu record. Eu nem sou fã de ténis, mas este livro faz-nos sentir como se estivéssemos em todos aqueles eventos importantes da modalidade o que é super entusiasmante. É impossível largar este livro. Em cada leitura queremos saber como a Carrie se sai em cada partida e estamos, genuinamente, a torcer por ela. Se já leram Taylor Jenkins Reid, vão encontrar personagens de outros livros o que achei um detalhe super interessante. Taylor Jenkinds Reid is back? E melhor do que nunca.


If I was a fan of Taylor Jenkins Reid, now I'm even more of a fan after reading this book. The book I'm talking about is 'Carrie Soto is Back' and yeah, it's as good as everyone says. The book focuses on Carrie Soto, one of the best tennis players in the world, which has everything for us to hate her but, as the writer always does so well, she's a character who finds a smart and unique way to charm us. Let me explain. Carrie Soto is a fierce, powerful woman, and her determination to win at all costs has not made her very popular in the public eye. This is something that happens all the time in the real world, not just in books, unfortunately. A fierce, powerful man? Totally okay! A strong, determined woman? She's called a bitch. Literally, this happens in the book. But let's get back to the story. At 37, after six years of retirement and right when her records are about to be taken away from her, Carrie Soto decides to be coached by her father for one last year in an attempt to reclaim her record. I'm not even a tennis fan, but each chapter of this book makes you feel like you're in those big tennis matches which is very exciting. You just can't put it down. Each time you are reading it, you want to know how Carrie is doing in each match and you are genuinely rooting for her. If you read something by Taylor Jenkins Reids before, you will find characters from other books here which I thought was an amazing little detail. Taylor Jenkins Reid is back! And better than ever.




"We live in a world where exceptional women have to sit around waiting for mediocre men."

Contact

© Fashion Mask.
Design by The Basic Page